
No passado fim de semana, ao entregar o nosso contributo às pessoas do Banco Alimentar, que se encontravam à porta do hipermercado onde fizemos as nossas compras, descambei a chorar...!
Quem lá se encontrava para receber os sacos, era uma menina [na casa dos 20 anos] e um senhor [escuteiro] com cabelo branco e com um ar tão terno que só de olhar para ele, sem que me apercebesse, dei comigo a sorrir.
O senhor, que tinha idade para ser meu avô, ao ver o quanto fomos generosos, agradeceu-nos tantas vezes e, no entretanto, como o tagarela do meu filho tem sempre que falar, disse-lhe: «guarde tudo que é para dar aos meninos pobres».
Segundos depois de o avozinho ter ouvido o Xavier, fez-lhe um afago no rosto e, naquele momento, ao ver a emoção dele, bem patente no seu olhar e no seu rosto, não consegui conter-me, principalmente quando ele se chegou a mim e me disse algo, ao ouvido, como se soubesse que algo se passa connosco...
Foi um DAQUELES momentos que me fez estremecer por dentro mas, depois de ter chorado baba e ranho, o certo é que me senti bem mais “leve”, durante o resto do dia.
[•••]
Não tive a felicidade de conhecer os meus avôs e isso sempre me deixou com uma grande mágoa, que agora sinto mais pelo facto do Xavier só ter um que, devido ao seu trabalho […], só consegue estar com ele alguns minutos por semana.
Tomara, mesmo, que as coisas mudem, até porque não sei se é por o Avô E. ser único mas o Xavier tem uma paixão tão grande por ele, apesar do pouco tempo que passam juntos, que a última coisa que eu quero para o meu filho é que ele cresça sem o avô, uma das pessoas mais importantes na vida de uma criança.
Quem lá se encontrava para receber os sacos, era uma menina [na casa dos 20 anos] e um senhor [escuteiro] com cabelo branco e com um ar tão terno que só de olhar para ele, sem que me apercebesse, dei comigo a sorrir.
O senhor, que tinha idade para ser meu avô, ao ver o quanto fomos generosos, agradeceu-nos tantas vezes e, no entretanto, como o tagarela do meu filho tem sempre que falar, disse-lhe: «guarde tudo que é para dar aos meninos pobres».
Segundos depois de o avozinho ter ouvido o Xavier, fez-lhe um afago no rosto e, naquele momento, ao ver a emoção dele, bem patente no seu olhar e no seu rosto, não consegui conter-me, principalmente quando ele se chegou a mim e me disse algo, ao ouvido, como se soubesse que algo se passa connosco...
Foi um DAQUELES momentos que me fez estremecer por dentro mas, depois de ter chorado baba e ranho, o certo é que me senti bem mais “leve”, durante o resto do dia.
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Não tive a felicidade de conhecer os meus avôs e isso sempre me deixou com uma grande mágoa, que agora sinto mais pelo facto do Xavier só ter um que, devido ao seu trabalho […], só consegue estar com ele alguns minutos por semana.
Tomara, mesmo, que as coisas mudem, até porque não sei se é por o Avô E. ser único mas o Xavier tem uma paixão tão grande por ele, apesar do pouco tempo que passam juntos, que a última coisa que eu quero para o meu filho é que ele cresça sem o avô, uma das pessoas mais importantes na vida de uma criança.







Todos nós já nos questionámos, pelo menos uma vez na vida, sobre as infindáveis injustiças existentes no mundo.

“desnaturada” e deitar o meu filho, duas noites seguidas
É penoso quando, de um momento para o outro, aquela mulher que sempre esteve presente para ajudar, já não o pode fazer...
Chegou o dia de ver o meu irmão voltar ao país onde reside e trabalha há 21 anos.
Na noite de sexta-feira para sábado, a tosse do Xavier piorou muito... era uma tosse constante, em que ele tossia e depois parava uns segundos, tentando recuperar forças, para logo depois voltar a tossir.
Mais um fim-de-semana que passou num ápice não acham?