
Na quinta-feira passada, tivemos uma reunião com a educadora do Xavier para receber a avaliação final.
Pedi ao Papá J. que viesse junto porque, houve uma fase em que o Xavier andava descontrolado e eu queria que ele ouvisse, diretamente da educadora, as suas recomendações e afinal foram só elogios, começando por dizer que ele é uma criança respeitadora e obediente.
É claro que quero o melhor para o meu filho mas, para mim, respeitar os outros e obedecer, é o mais importante, até mesmo do que ser um crânio, e é nessa base que tentamos educá-lo.
Por fim, tivemos duas chamadas de atenção, que foram mais para nós, pais, do que propriamente para o Xavier.
«Como ele se sente protegido, por estar sempre connosco ou com vocês, para que se torne mais confiante, precisa de passar tempo sem os papás».
Foi a recomendação URGENTE da educadora, para o deixar com alguém de confiança [amiga, já sabes o que te espera…] para que ele sinta que não tem os adultos de sempre para o proteger e aprenda a desenrascar-se sozinho.
Contínua a levar sem dar, com a agravante de me dizer que não é preciso fazer nada porque a educadora castiga quem lhe bateu.
No fundo até sinto orgulho por ele ser assim mas santa paciência… é que não há um dia que ele chegue a casa sem ter sido magoado e, por muito que eu tente fazer com que ele entenda que só está a bater para se defender, as minhas palavras caem em saco roto!
A educadora também recomendou que ele praticasse uma arte marcial, que eu sou apologista porque irá ajudá-lo a ser mais forte mentalmente, mas o problema é que por cá não existem turmas com miúdos tão pequenos.
Vamos ver o que se pode arranjar, até porque na piscina onde anda existem algumas crianças a quererem ingressar no Viet Vo Dao e ainda não o fizeram porque as turmas são muito heterogéneas, em termos de idade.
Falamos também sobre algumas alterações que irão ser feitas no próximo ano letivo, no que toca a deixarem a sesta e a dedicarem-se mais aos trabalhos em grupo.
De resto está tudo bem com o nosso Xavi, que contínua a ser uma criança de fácil trato.
