O Papá J., em novembro passado, ofereceu-me um
voucher para fazer um salto de
Bungee Jumping que estava guardado à espera do dia ideal... esse dia foi no sábado passado, 18 de junho de 2011!
Inicialmente, e até porque a maternidade acaba por nos fazer assentar, hesitei em fazê-lo mas depois de alguns miúdos terem saltado
[eu era a única pessoa acima dos 30 anos metida lá no meio!], pedi para que me deixassem ser a próxima, antes que me arrependesse.
Acabei por ser a primeira
MULHER a saltar e, no impasse de o fazer
[pouco mais de um minuto] em que todos batiam palmas para me dar coragem, no meio de tantas vozes adultas a dizerem para eu saltar, conseguia ouvir o Xavier a gritar
“saaalta mamã!”.
Quem diria que ele ia delirar quando chegamos a recear que ele fosse chorar… é mesmo doido, este meu filho!
Foi um salto de uma ponte, com cerca de 30 metros de altura
[10 andares], dado sem pensar!
A prova disso foi o mortal que eu dei, e que não era suposto ter acontecido, porque não segui a principal regra, que era dar um passo em frente e deixar-me cair, e não atirar-me de cabeça, como aconteceu...!
Mas mesmo assim, aquela fração de segundos levou-me a adrenalina ao expoente máximo e deixou-me com vontade de repetir… sim, re-pe-tir, até porque a primeira vez, do que quer que seja, nunca dá para usufruir em plenitude porque o receio, que naturalmente se instala, absorve grande parte da emoção.
Até poder concretizar o meu sonho, que é saltar de um paraquedas, vou ficando por estes “saltinhos” (o;