Na madrugada de sábado, da semana passada, tivemos uma noite de
rock'n'roll!
Acessos de tosse repentinos, com respiração sibilante e asfixiante, daquelas a que estamos habituadíssimos mas
TRÊS, numa só noite, foi uma dose excessivamente grande que deixou o Xavier sem voz e como estava muito queixoso, por precaução, levámo-lo à urgência.
O pediatra diagnosticou-lhe uma laringite estridulosa
[como eu esperava] e deu-nos indicação para fazer o Celestone ou, se preferíssemos começar por uma dose mais
light, o Pulmicort, uma inalação de manhã e outra à noite.
Optei pela versão mais leve, como habitualmente faço, para ver no que ia dar até porque ele foi passando o fim de semana bem e, se não fosse a voz rouca, ninguém diria que este rapaz tinha acordado toda a vizinhança, e arredores, há duas noites atrás!
Mas eis que, na madrugada de terça-feira, surge outra dose de tosse constante, que corta o coração de qualquer um, acompanhada de temperaturas na casa dos 39 graus, que não baixavam...
Sentindo-o muito apático, apesar da agitação que a tosse provoca, lá voltámos ao “nosso” hospital
[bem dizes tu S., que um dia destes dão-nos um cartão de cliente... e dos VIP!] com receio dele ter uma convulsão!
Contas feitas, tivemos: tosse + laringite estridulosa + adenoides infecionadas + ranho amarelo + febre = antibiótico
[Clavamox ES – 5ml de 12/ 12h] + cortisona
[Celestone – 50 gotas 2 vezes/ dia durante 3 dias] + antipirético.
Por hábito, nestes casos, espero sempre os três dias da praxe até avançar com medicação e, na maioria das vezes, consigo evitar dar-lhe “drogas” que, com o tempo, vieram a verificar-se desnecessárias.
Apesar da questão
“e se tivesse dado logo o Celestone teria evitado o antibiótico?” ficar no ar a espera, ainda que angustiante, continua com um saldo positivo!
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Nota Pessoal – Por indicação da pediatra Dr. M, adiámos, uma semana, a segunda toma do Ribomunyl e da Istivac, que será dada uma semana após o término do antibiótico.