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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Socorro…

Esta madrugada deve ter desaparecido algum tanque do exército português ou carro de combate, como dizem em linguagem militar.

Isto porque fui “ATROPELADA” por um, até às 5 horas da manhã!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Cabaz de medicamentos

Querem ler algo novo…? Se a vossa resposta for afirmativa fechem já esta página porque, por muito que gostasse de falar em outro assunto, vou voltar a falar de doenças!

Tenho o Xavier com outra laringite estridulosa diagnosticada, ontem à noite, pela sua pediatra.

Na semana passada, depois de uns dias com algumas melhoras, repentinamente, a maldita tosse voltou a piorar no domingo à tarde e, desde então, foram raros os períodos de tempo em que o Xavier esteve sem tossir.

Ontem, após ter ido buscá-lo à creche e ouvir da boca de uma auxiliar o relato da sinfonia desgastante que tinha sido o seu dia, liguei logo à nossa pediatra que se prontificou a vê-lo de imediato.

Chegados lá, comigo a GRITAR por dentro, mal entrámos no consultório a expressão da Dra. M disse tudo, até porque já o estava a ouvir na sala de espera e disse-nos logo que ele não podia andar assim nem mais um dia!

Depois de auscultado, visto e revisto viemos para casa com carradas de medicamentos [Celestone, Codipront em S.O.S., Ventilan, Budesonida, Kestine e o Singulair para 3 meses], e quem nos segue tem conhecimento que ela só medicamenta em última instância o que, naquele preciso momento, despoletou em mim uma dor de coração enorme por ter a real noção sobre o estado do meu filho, um estado sobre-humano para qualquer criança conseguir suportar, por tanto tempo.

Segundo a pediatra, teve mesmo que recorrer a toda esta medicação para posteriormente ver o que se pode ir retirando até porque o estado em que ele fica, devido a tanto tossir, é bem pior do que os efeitos secundários da medicação.

No entanto questionei-a sobre o efeito da vacina da gripe e do Ribomunyl, que achava pouco terem adiantado, ao que ela explicou que esses foram para combater as doenças infeciosas bem distintas do que tem atacado o Xavier, que têm sido doenças de origem vírica.

Posto isto, com o desgaste que sinto e prestes a roçar a insanidade mental, já estou por [quase] tudo, até por doses XL de medicação!

[•••]

[FOTO RETIRADA]

Sabiam que se pode ficar com pintas vermelhas na pele, tipo borbulhinhas, devido ao esforço que se faz ao tossir...?

Pois eu, que me achava "doutorada" em tosse, não fazia ideia e associei as que o Xavier tem no rosto ao Singulair mas, segundo a pediatra, nada tem a ver… estas eram mesmo da tosse excessiva e são chamadas petéquias de esforço.

As coisas que eu aprendo [e bem dispensava!] à conta da maternidade.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Mais do mesmo

Mais um fim de semana, mais tosse [que, melhor ou pior, anda cá desde o início de outubro], mais vómitos, mais febre com muita prostração ao segundo dia e à cautela fomos ao hospital, para mais uma urgência pediátrica.

Felizmente, fomos atendidos pela “nossa” segunda pediatra, a Dra. M, que inclusive tinha sido ela que o viu há um mês atrás.

Diagnosticou-lhe mais uma laringite e receitou-lhe mais medicação, tendo introduzido o Singulair, em granulado, para fazer durante um mês.


A pediatra disse-nos que seria bom considerar a hipótese do Xavier ser consultado por um alergologista e/ ou pneumologista visto que, como não existiu uma entrada recente para a escola, por exemplo, com a idade dele e a medicação de prevenção que faz desde 2009/ 2010 já deveria andar bem mais calmo, no que toca às maleitas do costume…

Como andava a refletir sobre o mesmo, por coincidência, temos uma consulta de imunoalergologia marcada, para a próxima semana, a fim de começar a eliminar algo de anormal que possa haver e se não for por aqui, ou melhor por esta especialidade, seguimos para uma pneumologista pediátrica que nos foi indicada e que, por acaso, já conhecemos de uma das nossas idas à urgência.

Sei que, infelizmente, neste momento são poucas as crianças que não se enconram doentes mas, ainda que agradeça a Deus por este “mais e mais” ser sempre PEQUENAS coisas, ando esgotada, num grau muito superlativo, e o inverno nem sequer começou!
P.S. - Querido Pai Natal: será que não anda por aí uma "avózinha" disponível que nos possa dar uma mãozinha…?

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Favor não repetir em casa, ou melhor, no automóvel

Como habitualmente, já passava das 6 horas da tarde quando fui buscar o Xavier à pré.

Estava noite cerrada e, para ajudar à missa, chovia que Deus a dava, o que aliado à hora de ponta é sinónimo de trânsito caótico.

Como o Papá J. estava ausente do país, a trabalho, liguei-lhe para que pudéssemos falar a 3 em alta voz quando, de repente, o Xavier começa aos gritos e a vomitar!

Incrédula com o que estava acontecer, ao fim de alguns segundos lá consegui parar o carro num sítio, mais ou menos, seguro [quando a minha vontade teria sido, pura e simplesmente, puxar o travão de mão e saltar literalmente para o banco de trás] e acudir o meu filho, apesar de pouco haver a fazer além de tentar acalmá-lo.

O resto nem vale a pena contar… só vos digo que julgava estar bem CALEJADA para lidar com crises de tosse/ falta de ar/ vómitos, pela quantidade de vezes que já nos aconteceu as três em simultâneo, mas esta apanhou-me de surpresa e deixou-me K.O. aliás, deixou-nos porque estar longe, como o Papá J. estava, a ouvir tudo e sem poder fazer nada também não foi fácil!

Eu não vos dizia que esta semana ia ser como o caraças?!?

A propósito, agradeço dicas para ajudar a que o cheiro do vomitado desapareça... rapidamente /o:

domingo, 9 de outubro de 2011

Sempre a somar!

Na madrugada de sábado, da semana passada, tivemos uma noite de rock'n'roll!

Acessos de tosse repentinos, com respiração sibilante e asfixiante, daquelas a que estamos habituadíssimos mas TRÊS, numa só noite, foi uma dose excessivamente grande que deixou o Xavier sem voz e como estava muito queixoso, por precaução, levámo-lo à urgência.

O pediatra diagnosticou-lhe uma laringite estridulosa [como eu esperava] e deu-nos indicação para fazer o Celestone ou, se preferíssemos começar por uma dose mais light, o Pulmicort, uma inalação de manhã e outra à noite.

Optei pela versão mais leve, como habitualmente faço, para ver no que ia dar até porque ele foi passando o fim de semana bem e, se não fosse a voz rouca, ninguém diria que este rapaz tinha acordado toda a vizinhança, e arredores, há duas noites atrás!

Mas eis que, na madrugada de terça-feira, surge outra dose de tosse constante, que corta o coração de qualquer um, acompanhada de temperaturas na casa dos 39 graus, que não baixavam...

Sentindo-o muito apático, apesar da agitação que a tosse provoca, lá voltámos ao “nosso” hospital [bem dizes tu S., que um dia destes dão-nos um cartão de cliente... e dos VIP!] com receio dele ter uma convulsão!

Contas feitas, tivemos: tosse + laringite estridulosa + adenoides infecionadas + ranho amarelo + febre = antibiótico [Clavamox ES – 5ml de 12/ 12h] + cortisona [Celestone – 50 gotas 2 vezes/ dia durante 3 dias] + antipirético.

Por hábito, nestes casos, espero sempre os três dias da praxe até avançar com medicação e, na maioria das vezes, consigo evitar dar-lhe “drogas” que, com o tempo, vieram a verificar-se desnecessárias.

Apesar da questão “e se tivesse dado logo o Celestone teria evitado o antibiótico?” ficar no ar a espera, ainda que angustiante, continua com um saldo positivo!

[•••]

Nota Pessoal – Por indicação da pediatra Dr. M, adiámos, uma semana, a segunda toma do Ribomunyl e da Istivac, que será dada uma semana após o término do antibiótico.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ordem de despejo

Esta pobre cabra "coitada", que ao estilo NON-STOP  não "consegue" desgrudar do Xavier, está a deixar-me num estado de limite da paciência ao ponto de quase roçar a loucura!

Após tantas noites barulhentas e mal dormidas, um pouco de paz vinha mesmo a calhar... será que aceitar-me-iam  no Magalhães Lemos?

Há muito que me resignei por ter esta "gaja" tão presente na vida do meu filho que, com mais ou menos intensidade já faz parte do nosso dia a dia desde julho de 2008 mas o que é demais é moléstia!

Posto isto, faço-lhe um ultimato: tens até ao fim do mês para fazeres as malas, calçares uns patins com as rodas bem afinadinhas e dares de “frosques”, de preferência para outro país como Marrocos p.ex.... até é sempre a descer e tudo /o:

E pronto, desopressão feita!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

As coleccionáveis "ites"

Na quinta-feira passada o Xavier começou com espirros, uns atrás dos outros, o que fez prever o que veio depois... o ranho e a maldita tosse.

Até aqui nada de novo mas o que este quadro teve de diferente, das dezenas de vezes em que ele apanhou uma constipação, foi a velocidade com que evoluiu para tosse irritativa, que aconteceu de um dia para o outro, ao ponto de deixá-lo completamente rouco.

Ontem, após ter-se queixado de dores de garganta e termos verificado que esta estava INFLAMADA, consultámos a pediatra que acabou por confirmar que o Xavier estava com uma amigdalite.

Após meio ano desde a última toma [o que até nem é mau...] volta a ser tratado com Celestone e Aerius.

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O Diogo, que conheci ainda na barriga da sua mamã, completa hoje QUATRO anos de idade... um feliz aniversário com votos para que a tua vida seja sempre recheada de felicidade e muito amor!

●•TéTé•●

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Contra-senso

Os xaropes, concretamente os antitússicos, são desaconselháveis porque diminuem a protecção que a tosse provoca, além de causarem efeitos secundários.

Isto é sabido por todos [ou deveria!], mas porque teimam os pediatras em receitá-los?!?

E pior ainda, quando questionados, porque é que estes anuem comigo para logo de seguida virem com um "mas"…?

É que a tosse é daquelas MERD@S chatas que não têm cura imediata! Ponto final.

Desta vez, a panaceia receitada foi o Levotuss que, como todos os xaropes, não passa de uma saca de açúcar disfarçada num frasco... nem sequer aviei a receita.

Custa muito [e dói como o caraças] ficar impotente a ouvir o nosso filho tossir, uma semana atrás da outra, de braços cruzados mas há que deixar a natureza fazer o seu papel, em conjunto com o seu sistema imunitário!

Tenho dito /o:

[•••]

É verdade que estou com uma neura daquelas [depois de mais uma noite com 'show' de tosse para os vizinhos], assim como também é verdade que o mundo é redondo, mas este desabafo é sobre o que eu, uma mãe que em nada é perfeita, acho melhor para o meu filho!

●•TéTé•●

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Eu e os meus "botões"

Na semana passada, após ter desligado a chamada telefónica que acabava de fazer para o consultório da pediatra do Xavier, agendar a consulta dos 3 anos, dou comigo a pensar que, apesar da tosse manter-se por cá de pedra e cal, é bom poder ir à pediatra para uma consulta de rotina, para variar.

Quem mandou-me pensar demasiado cedo?!?

Ontem, voltámos às urgências com mais do mesmo... crises de tosse intensa e falta de ar )o:

E, ao provérbio que diz “pela boca morre o peixe”, acrescento pelo PENSAMENTO também!!!

●•TéTé•●

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Extenuantes

É como têm sido estes últimos dias, devido à famosa tosse do Xavier.

Como se não bastasse ele tossir a cada minuto, esta madrugada ainda tivemos direito a mais uma das suas crises de tosse intensa, que já o levou às urgências pediátricas por três vezes.

Quando previa que fôssemos lá parar novamente, conseguimos acalmá-lo após uns longos dez minutos de uma cena imprópria para cardíacos!

Estava sufocado devido à expectoração que tinha presa na garganta, o que originou que ficasse com falta de ar e começasse a chorar compulsivamente.

Tudo isto só dificultou as várias tentativas de o pôr mais calmo mas depois de uns longos dez minutos lá parou de tossir, graças às pancadas que lhe dei nas costas e, como estávamos à janela, ao ar frio que ele apanhou.

Valeu-nos a calma de quem já tem calos nestas andanças mas, mesmo assim não deixo de sentir uma dor, como se me ESPETASSEM uma faca no coração, cada vez que ele tosse compulsivamente!

Nisto, apercebemo-nos que alguns vizinhos estavam à janela, a tentarem perceber o que se passava…

Com um cenário daqueles, e o facto de vivermos num apartamento onde se ouve tudo e mais alguma coisa, não duvido que tivesse passado pela cabeça de alguém que estivéssemos a espancar o Xavier [salvo seja!] e estava mesmo à espera de ver quando é que a PSP nos vinha bater à porta!!!

●•TéTé•●

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Noite de rock

Hoje, inevitavelmente, anda tudo em modo on/ off devido à excitação do grande concerto, de ontem à noite, dos U2.

Contagiados com tamanha euforia, até cá por casa fomos SOLIDÁRIOS para com quem assistiu ao espectáculo e, esta noite, só dormimos umas quatro horitas.

O motivo é que foi outro /o:

Suponho que não seja preciso dizer qual a razão da noitada mas, para os mais distraídos, aqui vai a grande ‘novidade’... o Xavier está doente!
●•TéTé•●

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Estatística

O Xavier tem uma aptidão para adoecer, PRECISAMENTE, após ter decorrido um mês da última vez, deveras surpreendente!

Com o seu grau de probabilidades em alta até o punha a fazer o Euromilhões mas, lamentavelmente, ele só sabe contar até 10…
●•Tété•●

sábado, 19 de junho de 2010

Rave Party

Durante algumas noites desta semana, a juntar-se ao som 'harmonioso' da D. Tosse, tivemos a companhia de uma valente choradeira, causada pelos pesadelos.

É que, só a tosse estava a ficar com uma uniformidade muito constante, diria até fastidiosa, devido ao facto desta fazer parte das nossas vidas desde Outubro.

Assim, o choro impertinente veio quebrar a monotonia e dar um novo RITMO às nossas noites, que voltaram a ser autênticas farras!

Só ficou a faltar um pequeno detalhe, para completar a animação: uma bola de espelhos, no tecto do quarto /o:

●•ƬéƬé•●

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Xaropes: antitússicos e expectorantes

A pediatra que consultou o Xavier na última urgência que nos levou à CUF, em meados de Janeiro, receitou-lhe BRONCOLIBER que prontamente questionei da razão para o fazer, visto existir advertência sobre a não administração de xaropes, sejam antitússicos e/ ou expectorantes, em crianças tão pequenas.

Lá se entalou com a minha questão e acabou por não dizer nada… arrematou com o argumento que só o fazia em casos extremos, que se aplicava à situação do Xavier.

Eu assenti, mas nem sequer tive intenção de aviar a receita do xarope, tendo posteriormente confirmado com a pediatra do Xavier que, no caso concreto do Broncoliber, que é um expectorante, faz aumentar o volume das secreções criando um efeito contraproducente já que a dificuldade que a criança tem em não conseguir eliminar bem as secreções persiste, pelo que estas tendem a acumular e consequentemente a agravar a tosse.

E acreditem que muito me custou não o dar porque sabia que naquele momento abrandaria-lhe a tosse [e a dor que me ia na alma]... mas adiante!

Esta é a minha opinião [que como sempre vale o que vale...], devidamente baseada em estudos que provam o que acabei de explanar, e porque detesto recorrer a medicação, principalmente quando os efeitos secundários, a médio prazo, são bem piores.

De qualquer forma, ficaria muito grata, a quem desse lado, contasse a sua experiência com o uso de xaropes antitússicos e/ ou expectorantes, principalmente em casos de crianças que, à semelhança do Xavier, têm crises constantes de tosse, daquela que põe toda a gente a olhar para nós, que nem coitadinhos... se é que me entendem /o:



P.S. - Hoje torço bem a orelha... e sabem porquê?! Porque no inverno passado, queixava-me das 342.000 viroses que ele teve, mas essas eram facilmente curadas com ben-u-ron, sem necessidade dos detestáveis antibióticos )o: Tudo se paga neste mundo... e bem mais rápido do que algum dia possamos imaginar!!!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Desfecho

E para finalizar esta semana em grande, onde pairou uma valente nuvem sombria sobre a minha cabeça, tive o ponto culminante deste meu estado de espírito, com o diagnóstico de mais uma otite [última a 19 de Dezembro] para o ser pequenino que habita cá em casa.

Indicação para tomar o antibiótico Clamoxyl [terceiro desde Outubro] de 8 em 8h [ainda estou para ver como hei-de fazê-lo com o miúdo a dormir...!] durante 10 dias.

Se por um lado já se tornou impossível vivermos sem a tosse, por outro, as nossas vidas estavam a tornar-se demasiado fastidiosas.

Deste modo, e para dar mais ênfase à coisa, a D. Tosse resolveu convidar a Menina Otite e o Senhor Antibiótico para se juntarem à “festa”, que por cá têm permanecido, desde Outubro, para animarem, ainda mais, os nossos dias!!!

Assim andam as nossas vidas, com dias menos bons mas sempre com o pensamento em quem está bem pior [FORÇA Mónica e Vi!] afinal tudo isto não passa de doenças sem gravidade que, como seres únicos que são, cada criança vai tendo, umas em doses bem maiores do que outras, mas que fazem parte do crescimento de cada uma.

Haja PACIÊNCIA, para nós papás e para os nossos empregadores, que apesar das nossas constantes ausências, lá vão compreendendo que não temos outra alternativa, senão faltar ao trabalho, para prestarmos cuidados ao nosso filho.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Coisas indesejáveis

As Frieiras [na Mamã]

Já não apareciam por estes lados à um bom par de anos mas, neste Inverno, voltaram em grande!

Apesar de as ter também nas mãos, é nos pés que estão em maior quantidade e onde me causam maior desconforto e dor /o:

A Tosse [no Xavier]

Sem nenhuma surpresa [para todo o mundo e arredores], cá está ela de volta e em vias de se agravar!

De qualquer das formas, foi muito bom poder estar três semanas [UAU…!] sem que o Xavier tivesse tossido, depois de dois meses, seguidos, de tosse diária e constante.

Vendo o lado positivo da coisa, e como já vamos a meio do Inverno, já não falta tudo para que a ausência desta maldita maleita perdure por um período bem mais longo.

Resumindo e concluindo: Óh Verão VOLTA que estás perdoado!



Adenda: Depois de ver a devastação que assolou o Haiti e de tentar imaginar o sofrimento daqueles seres humanos, com os seus corações partidos e cheios de sofrimento excruciante, fiquei num pranto, como todo o mundo...
Que legitimidade tenho eu para me queixar de niquices como frieiras, tosse e noites sem dormir?!
Sinto-me do tamanho de um grão de areia )o:

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Soltas #1


Dele
O Xavier não voltou a fazer febre e, com indicação da pediatra assistente, não demos o antibiótico, nem qualquer outra medicação;

Ele vai estando bem à excepção da persistência da tosse, principalmente de noite... o de sempre;

Consulta no Otorrino marcada para a próxima semana, com o Dr. Victor Correia da Silva, no Instituto Cuf [Senhora da Hora].

[•••]

De nós
Faltam comprar alguns presentes de Natal [mãe, sobrinhos e afilhados] e não estou com a mínima pachorra para tal;

A partir de segunda-feira, estaremos oficialmente de FÉRIAS e só voltaremos ao trabalho no dia 4 de Janeiro [ouviu Sr. meu patrão?!?].

[•••]

Bom fim-de-semana para todos!

Tété & Xavier

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

"Música" de Fundo

Faz amanhã, precisamente, um MÊS que a tosse acampou cá em casa.

Ouvir o Xavier tossicar tornou-se tão banal ao ponto de eu afirmar, a pé juntos, que o ouço tossir até mesmo quando ele não o faz.

Se nós podíamos viver sem a tosse nas nossas vidas?

Podíamos... mas não era a mesma coisa!

Bom fim-de-semana (o;

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Laringotraqueobronquite

Esta madrugada o Xavier teve uma crise de tosse estrondosa, acompanhada com uma dificuldade imensa em respirar, que mais parecia estar a asfixiar-se.

Sabendo de antemão, por experiência comprovada anteriormente, que a humidade ajuda a acalmar a respiração, prontamente o coloquei em frente ao frigorífico, com a porta aberta, para que pudesse respirar o ar frio e húmido.

Volvidos 30 minutos, com a crise de tosse a não dar sinais de melhoras e o com o Xavier farto de chorar, lá resolvemos rumar ao hospital privado mais próximo.

42 quilómetros depois, fomos imediatamente atendidos por uma pediatra que nos deu como diagnóstico uma laringotraqueobronquite ( em versão simplex laringite)… mais uma /o:

Posteriormente a ter feito uma nebulização com corticóides, recebeu alta trazendo na bagagem a carga da medicação do costume: Celestone, Atrovent e Ventilan, sendo estes últimos dois ministrados através de nebulizações.

Já na recepção, o Xavier fez uma birra XXL porque queria ficar a brincar no playground (fantástico, diga-se) que existe na área de pediatria.

Era só o que me faltava... ficar a olhar para ele, às 4:15h da manhã, à espera que sua excelência brincasse… menos filho, muito menos (o:

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Recuperado

Depois de um fim-de-semana ensombrado pela tosse (daquela que vem mesmo das entranhas!) e em que tivemos o azar do nebulizador avariar em pleno uso de extrema necessidade, felizmente, o dia de hoje amanheceu cheio de luz!

Refiro-me, evidentemente, ao estado de saúde do Xavier, que melhorou consideravelmente.

Ver o nosso filho com a sua saúde RESTABELECIDA é música para os ouvidos de todos nós, não concordam?

E vivam as segundas-feiras! ;o)