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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

9 meses depois...

Depois de 9 meses de ausência de ites “nasceu” mais uma amigdalite no Xavier.

Que seja sempre com este tempo de “gestação” que, perante quase 4 anos com idas mensais às urgências trazendo sempre connosco [pelo menos!] uma ite, nós AGRADECEMOS (o:

Ele tem estado prostrado devido à febre, que teima em não descer, mas se não fosse este único sintoma alertar-nos, continuávamos a desconhecer o seu estado…

Agora resta-nos controlá-la e aguardar que o antibiótico Cipamox, que vai tomar durante 10 dias, mate o bicharoco!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Alergologia/ pneumologia: consulta de seguimento

Depois de termos feito a primeira consulta com uma alergologista/ pneumologista pediátrica, em finais de fevereiro, e de esta ter posto a hipótese da causadora dos problemas que o Xavier tem na laringe e na faringe, que lhe provocam crises frequentes de tosse, serem causados pela acidez vinda do estômago, após dois meses com medicação para o efeito, e sem qualquer melhoria, vamos mudar de estratégia.

Deixou o Nexium e vai fazer a vacina Pneumo23 na tentativa de imunizar alguma infeção pneumocócica que possa estar ativa e, após um mês de esta ser tomada, irá ser submetido a uma série de ANÁLISES sanguíneas [tomara que ele não seja como a mãe, para tirar sangue, que além de não ter veias, as poucas que se conseguem apanhar fogem e provoca umas dores do caraças…] que depois do resultado a Dra. I. decidirá se irá avançar para os testes de alergia.

Gosto muito desta médica, pela confiança e profissionalismo que demonstra e porque tenta sempre evitar ter que submeter as crianças a exames dolorosos...

Não obstante de tudo isto, e apesar de na altura estar tudo bem, em setembro será para voltarmos a consultar o otorrino que viu o Xavier em dezembro de 2009.

Entretanto, o Xavier continua com tosse mas a verdade seja dita, ele sem tosse é como um jardim sem flores... murchas!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O carro do vómito

Na segunda-feira tivemos sessão DUPLA de vómito por parte do Xavier d-e-n-t-r-o do carro!

Com febre, queixoso da barriga e da cabeça lá fomos com ele às urgências mas, segundo parece, foi só mais uma virose.

Enquanto esperava que uma pediatra o atendesse, escusado teria sido ter que gramar com a música do Teló, “ai se eu te pego”, no telemóvel de um pai… sei que, para entreter os putos, vale tudo mas daí até dar cabo da pouca paciência que me restava é que não!
P.S. – Para quem vive no norte, se virem um carro cinzento parado na berma de uma autoestrada, com alguém a vomitar, podem imaginar quem possa ser...

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Bis...

Na madrugada de segunda-feira, o Xavier teve mais uma crise de tosse estridulosa e sem que houvesse forma de ele melhorar em casa, recorrendo ao ar frio e à nebulização, ao vê-lo ficar roxo, pela falta de ar e por imaginar como seria se aquele episódio horrendo tivesse acontecido em uma das noites em que o Papá J. estivesse au-sen-te, levou-me a uma crise de PÂNICO que não ajudou a situação em nada!

Sei, perfeitamente, que a nossa serenidade é crucial, para que o Xavier fique menos ansioso, mas nem sempre é fácil manter em calma, nem mesmo quando se tem uma experiência basta com crises destas.

Voámos até ao hospital e, ao contrário das outras vezes em que ele melhorava logo com a nebulização, desta vez foi mais difícil estabilizar-lhe a respiração inclusive, tivemos que vir para a rua, às 4 da madrugada, “ver as estrelas”…

A médica estava preocupada e, obviamente, não queria dar-lhe alta até que os seus sinais vitais estabilizassem o que, apesar da demora, acabou por acontecer mais tarde.

Como ontem já apresentava melhoras, hoje voltou à escola que as saudades já eram mais do que muitas.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Mais uma consulta de especialidade...

Com as constantes infeções respiratórias que o Xavier faz na laringe, e por indicação da pediatra que o costuma ver nas urgências, no dia 27 de fevereiro, consultamos uma alergologista/ pneumologista pediátrica, que inclusive já o tinha consultado em um episódio de urgência, no ano de 2009.

Mal começamos a conversar, apercebi-me que a médica já tinha feito o "trabalho de casa" e estudado o processo do Xavier, o que demonstra profissionalismo e interesse pelos seus doentes.

Questionou-nos se o Xavier, em bebé, bolçava muito e, após termos respondido afirmativamente, disse-nos que acontece, muitas vezes, os ácidos que o estômago produz subirem e ferirem a garganta deixando-a mais fragilizada.

Para ter a certeza se é este o problema do Xavier, o ideal seria fazer uma endoscopia [e tendo eu feito três, no momento que ela pronunciou en-dos-co-pia até me arrepiei…!] mas, salvo casos extremos, ela nunca submete uma criança tão pequena a este exame, nem mesmo a análises clínicas porque prefere, primeiro, controlar os possíveis problemas através de medicação.

Assim sendo, receitou-lhe um antiácido, o Nexium para crianças [1 saqueta/ dia], para ser dado em jejum e mandou retirar o Budesonida, que estava a fazer na aerochamber, e substituir por outro corticosteróide, o Avamys [1 pulverização/ dia em cada narina], visto que o outro não estava a fazer efeito.

Voltaremos a ter nova consulta em abril, para que ela possa reavaliar o efeito da medicação e o seu estado que, infelizmente continua na mesma… é mesmo como a Dra. I. diz, que a laringe é o calcanhar de AQUILES do Xavier e, como tal, só irá passar com a idade.

[•••]

Em finais de novembro de 2011, tínhamos consultado outra especialista na Clínica de Dermatologia Dr. Fernando Ribas, no Porto, mas depois de mais de duas horas à espera, onde as funcionárias não tiveram a decência de nos irem informando sobre o atraso, saí de lá com os cabelos, literalmente, em pé!

Manter uma criança [até mesmo uma que sempre foi boa doente e que nunca chorou em consultas médicas] sossegada, por tanto tempo, foi impossível… resultado: pela primeira vez, o Xavier chorou ao ponto de mal conseguirmos ouvir a médica o que, à mistura com o meu estado de nervos, após ter reclamado, não pelo atraso mas pela falta de informação durante a longa espera, deixou-me tão cega com os nervos que já não ouvi nada nem ninguém…!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Baile" de máscara

Mas que bailarico tivemos na noite de segunda-feira, com mais uma ida para as urgências por causa da tosse constante do Xavier e queixas de dores nos ouvidos e na garganta…

Pela nossa experiência, estando ele já com medicação forte, nomeadamente o Celestone [que desta vez fez gazeta a combater a inflamação da laringe…] e o Budesonida, já sabia que pouco havia a fazer em casa e por isso rumámos ao hospital também para lhe ser feita uma nebulização com adrenalina e, mais, corticoide.

Felizmente que os vírus só lhe atacaram a garganta deixando-o com mais uma laringite.

Depois da nebulização melhorou e foi-lhe dada alta com indicação para trocarmos, durante uma semana, o anti-histamínico Kestine pelo Aerius.

A melhor parte do "baile" foi quando chegamos ao parque do hospital, já com o carro estacionado, ao pôr o Xavier no chão ele desata a chorar [e eu jà fula por achar que seria mais uma das suas 359 birras diárias] quando me lembrei que ele fica assim sempre que vai vomitar e, por entre um choro desenfreado, ainda conseguiu gritar “quero vomitar!” e só tive tempo para o inclinar para a frente para não sermos banhados pelo seu vomito… é nojento, eu sei, mas é bem pior quando acontece no carro, acreditem!

E assim foi, ANIMADÍSSIMA, a nossa noite de Carnaval...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Sobre mim

Ando esquecida de mim a todos os níveis, e a maioria deles irremediavelmente ainda vão ter que esperar, mas às vezes "cai-nos" em cima um AVISO que nos obriga mesmo a parar!

Resumindo e concluindo, depois de andar uns dias com dores de estômago, que se tornavam fulminantes cada vez que enfiava algo pela goela abaixo, no sábado tive que me deslocar à urgência, antes que a coisa piorasse até porque, com o Papá J. ausente, ter que conduzir até ao hospital, “comida” pelas dores e com uma criança atrelada, não daria lá muito jeito…

Depois de diagnosticada com uma gastrite aguda e indicação para consultar o meu gastrenterologista [tenho que voltar a fazer uma endoscopia - BLHAC! - porque a última já tem quase 3 anos], ainda tive direito a um ralhete para que evitasse ser tão stressada… Que novidade, Senhor Doutor, mas por mais que tente, e volte a tentar, não consigo primar pela calma.

A “culpa” é da vida, que felizmente corre a uma velocidade incrível e o tempo não chega para nada...!

Mas nem tudo é menos bom e, ao contrário de como terminou, esta semana começou melhor do que eu esperava (:

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Mais do mesmo

Mais um fim de semana, mais tosse [que, melhor ou pior, anda cá desde o início de outubro], mais vómitos, mais febre com muita prostração ao segundo dia e à cautela fomos ao hospital, para mais uma urgência pediátrica.

Felizmente, fomos atendidos pela “nossa” segunda pediatra, a Dra. M, que inclusive tinha sido ela que o viu há um mês atrás.

Diagnosticou-lhe mais uma laringite e receitou-lhe mais medicação, tendo introduzido o Singulair, em granulado, para fazer durante um mês.


A pediatra disse-nos que seria bom considerar a hipótese do Xavier ser consultado por um alergologista e/ ou pneumologista visto que, como não existiu uma entrada recente para a escola, por exemplo, com a idade dele e a medicação de prevenção que faz desde 2009/ 2010 já deveria andar bem mais calmo, no que toca às maleitas do costume…

Como andava a refletir sobre o mesmo, por coincidência, temos uma consulta de imunoalergologia marcada, para a próxima semana, a fim de começar a eliminar algo de anormal que possa haver e se não for por aqui, ou melhor por esta especialidade, seguimos para uma pneumologista pediátrica que nos foi indicada e que, por acaso, já conhecemos de uma das nossas idas à urgência.

Sei que, infelizmente, neste momento são poucas as crianças que não se enconram doentes mas, ainda que agradeça a Deus por este “mais e mais” ser sempre PEQUENAS coisas, ando esgotada, num grau muito superlativo, e o inverno nem sequer começou!
P.S. - Querido Pai Natal: será que não anda por aí uma "avózinha" disponível que nos possa dar uma mãozinha…?

domingo, 9 de outubro de 2011

Sempre a somar!

Na madrugada de sábado, da semana passada, tivemos uma noite de rock'n'roll!

Acessos de tosse repentinos, com respiração sibilante e asfixiante, daquelas a que estamos habituadíssimos mas TRÊS, numa só noite, foi uma dose excessivamente grande que deixou o Xavier sem voz e como estava muito queixoso, por precaução, levámo-lo à urgência.

O pediatra diagnosticou-lhe uma laringite estridulosa [como eu esperava] e deu-nos indicação para fazer o Celestone ou, se preferíssemos começar por uma dose mais light, o Pulmicort, uma inalação de manhã e outra à noite.

Optei pela versão mais leve, como habitualmente faço, para ver no que ia dar até porque ele foi passando o fim de semana bem e, se não fosse a voz rouca, ninguém diria que este rapaz tinha acordado toda a vizinhança, e arredores, há duas noites atrás!

Mas eis que, na madrugada de terça-feira, surge outra dose de tosse constante, que corta o coração de qualquer um, acompanhada de temperaturas na casa dos 39 graus, que não baixavam...

Sentindo-o muito apático, apesar da agitação que a tosse provoca, lá voltámos ao “nosso” hospital [bem dizes tu S., que um dia destes dão-nos um cartão de cliente... e dos VIP!] com receio dele ter uma convulsão!

Contas feitas, tivemos: tosse + laringite estridulosa + adenoides infecionadas + ranho amarelo + febre = antibiótico [Clavamox ES – 5ml de 12/ 12h] + cortisona [Celestone – 50 gotas 2 vezes/ dia durante 3 dias] + antipirético.

Por hábito, nestes casos, espero sempre os três dias da praxe até avançar com medicação e, na maioria das vezes, consigo evitar dar-lhe “drogas” que, com o tempo, vieram a verificar-se desnecessárias.

Apesar da questão “e se tivesse dado logo o Celestone teria evitado o antibiótico?” ficar no ar a espera, ainda que angustiante, continua com um saldo positivo!

[•••]

Nota Pessoal – Por indicação da pediatra Dr. M, adiámos, uma semana, a segunda toma do Ribomunyl e da Istivac, que será dada uma semana após o término do antibiótico.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Visita ao oftalmologista pediátrico e à pediatra

No dia 1 deste mês, o Xavier teve uma consulta de oftalmologia pediátrica que tinha sido pedida pela sua pediatra, na consulta dos três anos.

Foi uma consulta que demorou quase três horas por causa da necessidade em colocar-lhe gotas, para que os olhos dilatassem e assim o médico pudesse fazer-lhe os exames específicos, visto que o exame simples, de visualização do quadro de acuidade com desenhos, o deixou com dúvidas.

Fazer com que as gotas caíssem no sítio certo foi um stress da-que-les porque ele não abria os olhos mas de resto, como normalmente acontece, o Xavier portou-se como um adulto!

Entretanto, no momento em que o médico fazia o exame pormenorizado, tirava e ponha lentes, como ele estava em silêncio [obviamente a fazer o seu trabalho, além de não primar pela simpatia…], na minha cabeça já rolava o trailer de um “filme” em que o Xavier teria que usar óculos...

Note-se que este “filme” [leia-se trauma!] era só meu, pela questão de ter sido dependente de óculos e lentes de contato desde miúda, até porque todas as crianças que conheço, com necessidade de usar óculos, adaptaram-se bem.

O Dr. J. B. concluiu que o Xavier tem hipermetropia bilateral de +1.50 dioptrias [focagem atrás da retina e não na retina, como seria normal] e precisará de ser vigiado visto estar no valor limite em que é recomendado o uso de óculos.

Para meu descanso, o médico confirmou que este “defeito” é normal numa criança desta idade pelo facto do globo ocular ser ainda pequeno e não estar totalmente formado e que a tendência é desaparecer com a idade… ficaremos na expetativa que assim seja até ser novamente avaliado.

[•••]

Ontem, tivemos a consulta de pediatria, dos três anos e meio, e o Xavier está otimamente bem!

Pelo terceiro ano consecutivo, irá fazer o Ribomunyl [durante os primeiros oito dias dos meses de setembro, outubro e novembro] como prevenção de infeções respiratórias recorrentes e em outubro irá tomar, novamente, a vacina Istivac contra a gripe sazonal.

Como é bom quando se vai ao médico para uma SIMPLES consulta de rotina… coração de mãe agradece (o:

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Eu e os meus "botões"

Na semana passada, após ter desligado a chamada telefónica que acabava de fazer para o consultório da pediatra do Xavier, agendar a consulta dos 3 anos, dou comigo a pensar que, apesar da tosse manter-se por cá de pedra e cal, é bom poder ir à pediatra para uma consulta de rotina, para variar.

Quem mandou-me pensar demasiado cedo?!?

Ontem, voltámos às urgências com mais do mesmo... crises de tosse intensa e falta de ar )o:

E, ao provérbio que diz “pela boca morre o peixe”, acrescento pelo PENSAMENTO também!!!

●•TéTé•●

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Eu e as dores

Resolvido que ficou o problema das dores na vesícula, o senhor meu corpo tinha que vir com outra!

Depois de uns meses com dores nas costas, que insistem em consumirem-me diariamente, resolvi consultar um ortopedista.

Consulta feita e, como estava a ser vista num hospital, raios X feitos no momento para saber, de uma vez por todas, o que andava a fustigar-me.

Diagnóstico: escoliose e DISCOPATIA que acontece quando se verifica uma redução do espaço entre as vértebras,  que faz com que os discos deixem de servir como amortecedores, provocando dores crónicas.

Como este desgaste faz parte do processo de envelhecimento, dado o avanço da minha idade, ter uma discopatia é 'normalíssimo'!

Dr. – “Já teve algum acidente violento?”

Eu – “Não doutor, nunca tive nenhum acidente…”

Dr. – “Como é tão nova, um acidente poderia justificar a discopatia.”

Eu [com os meus botões] – “Sou t-ã-o nova, doutor...?!? Acha?!? Não me sinto como tal!”

Agora que estou mentalizada que estas dores irão acompanhar-me ao longo da vida acabaram-se as desculpas que mantiveram-me afastada do ginásio, durante 3 anos, inclusive tenho indicação médica para trabalhar os isquiotibiais [nome sonante para coxa], tonificar a musculatura lombar e os abdominais.

Toca a mexer que, agora mais do que nunca, tenho motivos bem fortes para cuidar de mim!
●•TéTé•●

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

À terceira foi de vez

Passadas duas semanas após a terceira cirurgia ao dedo do pé direito, o Papá J. pode F-I-N-A-L-M-E-N-T-E respirar de alívio.

Retirou os pontos na passada segunda-feira e o seu dedo está quase como novo.

A nossa primeira experiência cirúrgica com o Hospital Cuf do Porto foi um sucesso!

Saímos de lá maravilhados com o profissionalismo de todos, em especial da equipa médica do serviço de Ortopedia.

Mas lamento que sejamos 'obrigados' a recorrer aos grandes hospitais privados, para que obtenhamos um novo conceito do que é a medicina, quando deveria ser um direito de todo e qualquer cidadão!

E só de pensar que tudo neste país vai de mal a pior até fico com arrepios |o:

●•TéTé•●