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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Bis...

Na madrugada de segunda-feira, o Xavier teve mais uma crise de tosse estridulosa e sem que houvesse forma de ele melhorar em casa, recorrendo ao ar frio e à nebulização, ao vê-lo ficar roxo, pela falta de ar e por imaginar como seria se aquele episódio horrendo tivesse acontecido em uma das noites em que o Papá J. estivesse au-sen-te, levou-me a uma crise de PÂNICO que não ajudou a situação em nada!

Sei, perfeitamente, que a nossa serenidade é crucial, para que o Xavier fique menos ansioso, mas nem sempre é fácil manter em calma, nem mesmo quando se tem uma experiência basta com crises destas.

Voámos até ao hospital e, ao contrário das outras vezes em que ele melhorava logo com a nebulização, desta vez foi mais difícil estabilizar-lhe a respiração inclusive, tivemos que vir para a rua, às 4 da madrugada, “ver as estrelas”…

A médica estava preocupada e, obviamente, não queria dar-lhe alta até que os seus sinais vitais estabilizassem o que, apesar da demora, acabou por acontecer mais tarde.

Como ontem já apresentava melhoras, hoje voltou à escola que as saudades já eram mais do que muitas.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Vírus, viroses e infeções

Há cerca de duas semanas, o Xavier queixou-se da barriga, inclusive chegou a vomitar, mas como foi uma única vez não valorizei…

Passados alguns dias, começou a ficar com o corpo cheio de BORBULHAS e, apesar de ele ser muito dado a problemas de pele, comecei a estranhar o facto destas terem um aspeto diferente de quaisquer outras que ele já tivera mas, como coincidiu com o início do Ribomunyl, que provoca erupções cutâneas [ainda que nos dois anos passados, em que também tomou, nunca tenha acontecido nada], pensei que estivesse associado a isso e despreocupei-me principalmente porque elas não lhe provocavam comichão.

[FOTO RETIRADA]

No entanto, visto que estavam a aumentar de volume e de relevo, que mais pareciam verrugas, resolvemos levá-lo à urgência mas, ainda que a pediatra tivesse colocado a hipótese de ser a doença mão-pé-boca [pânico!], em conjunto com a opinião de uma colega, concluíram que não seria porque ele não tinha borbulhas na boca nem tinha feito febre.

Depois falámos da nossa regularidade como “clientes” daquele hospital, pelo internamento do Papá J. no fim de semana anterior, e aí a pediatra afirmou que o mais provável teria sido um vírus que o Xavier apanhou, ali mesmo, do tempo que lá passámos.

Viemos com a receita de um anti-histamínico [Aerius] e de uma pomada antibacteriana [Fucidine], para serem administrados só no caso das borbulhas aumentarem ou de darem comichão, o que não aconteceu e, ao longo desta semana, acabaram por desaparecer.

P.S. - Bem dizias tu, Sandra, que devido aos vírus que por lá pairam, é sempre complicado levar uma criança para um hospital mas, ainda que a ideia me tivesse surgido, não deu para “desligar” o puto e deixá-lo na prateleira (o;

[•••]

Do Papá J., depois dos agrafos internos terem infecionado [este homem não pode tirar “peças”] e devido ao estado débil em que se encontra o seu sistema imunitário, por entre [mais] dores e antibiótico já se encontra melhor, quase pronto para outra, mas, e por descargo de consciência, hoje o cirurgião pediu-lhe para que, dentro de uma semana, fizesse uma ecografia abdominal para ter a certeza de que a infeção ficou totalmente curada.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A “Amiga-da-lite”

Sintomas – tosse estridente e rouca, falta de ar, febre, choro com dor e vómitos;

Resultado – ida à urgência pediátrica [1h da madrugada];

Diagnóstico – amigdalite bacteriana por estreptococos;

Medicação – antibiótico Clamoxyl [a confirmar com a pediatra assistente] e Vibrocil;

Conselho – consultar um otorrinolaringologista [sugerem algum pediátrico no norte?]

Como podem constatar, tudo normalíssimo para estes lados.

Porém, tenho uma RECLAMAÇÃO a fazer.

Óh Sr. Estreptococos, será que não poderia ter adiado a sua chegada por uns diazitos?!?

É que aqui os papás estão alagados em trabalho e ter que ficar em casa com o nosso filhote não veio mesmo nada a calhar… principalmente quando estamos a dois dias de entrar de férias.

É que bastaria ter feito um desvio, por exemplo, uma ida a um shopping que encontrasse algures pelo caminho, para fazer umas compritas de Natal para familiares e amigos... ai raio de vírus chato!
Tété & Xavier

P.S. – Valeu-nos sermos os únicos utentes no hospital porque o Xavier só permitiu que a nebulização fosse feita pela enfermeira de serviço. Começa cedo, a lançar o seu charme (o;

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Mascarado em Novembro

Tornou-se REAL... a nossa angústia sobre a gripe A!

Falo do Papá J. que está com gripe [sem sombra de dúvida] diagnosticada pelo hospital onde se dirigiu após indicação da Saúde 24.

Entretanto falou com o seu neurologista que lhe deu a indicação para se manter por casa já que não havia necessidade de se dirigir ao hospital central fazer o despiste visto que, a forma de tratar a gripe A é a mesma com que se trata a gripe sazonal, ou seja, com ben-u-ron, brufen e descanso.

Apesar da incerteza sobre o vírus, a julgar pelo facto dele ter tomado a vacina para a gripe sazonal e estar de rastos [febre, vómitos, dor extrema no corpo, na cabeça e na garganta] depreende-se que seja mesmo a famosa Dona A!

Estou receosa por ele ser um doente crónico [portador de esclerose múltipla] e, claro está, pelo Xavier.

E com a chegada do Carnaval fora de tempo, vamos aguardar por mais desenvolvimentos do vírus, quer no homem mascarado, quer em nós.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Dose Dupla

À conta da maldita tosse, que deu-nos quatro noites sem dormir, com a chegada da febre durante a tarde de ontem, resolvemos ir de imediato à urgência pediátrica, julgando eu (e muito bem!) que haveria algo mais além da laringite.

Resultado: uma OTITE média no ouvido esquerdo!

Como sou adepta de esperar, pelo menos 24 horas, para ver como evoluem estes vírus, e assim tentar evitar a toma desnecessária de antibiótico, estamos aguardar pela opinião da pediatra que segue o Xavier.

E vocês escusam de ter inveja porque isto, de ter duas doenças ao mesmo tempo, não é para qualquer um /o:

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Laringotraqueobronquite

Esta madrugada o Xavier teve uma crise de tosse estrondosa, acompanhada com uma dificuldade imensa em respirar, que mais parecia estar a asfixiar-se.

Sabendo de antemão, por experiência comprovada anteriormente, que a humidade ajuda a acalmar a respiração, prontamente o coloquei em frente ao frigorífico, com a porta aberta, para que pudesse respirar o ar frio e húmido.

Volvidos 30 minutos, com a crise de tosse a não dar sinais de melhoras e o com o Xavier farto de chorar, lá resolvemos rumar ao hospital privado mais próximo.

42 quilómetros depois, fomos imediatamente atendidos por uma pediatra que nos deu como diagnóstico uma laringotraqueobronquite ( em versão simplex laringite)… mais uma /o:

Posteriormente a ter feito uma nebulização com corticóides, recebeu alta trazendo na bagagem a carga da medicação do costume: Celestone, Atrovent e Ventilan, sendo estes últimos dois ministrados através de nebulizações.

Já na recepção, o Xavier fez uma birra XXL porque queria ficar a brincar no playground (fantástico, diga-se) que existe na área de pediatria.

Era só o que me faltava... ficar a olhar para ele, às 4:15h da manhã, à espera que sua excelência brincasse… menos filho, muito menos (o: