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domingo, 27 de junho de 2010

Amador vs profissional

Três semanas tinham passado após a cirurgia no dedo grande do pé do Papá J. quando decide não renovar a baixa médica e voltar ao trabalho, pensando estar quase recuperado.

Chegado à empresa, foi visto pelo médico de lá [que por acaso é ortopedista] e informado que o dedo voltaria a infeccionar, no prazo máximo de uma semana, se não voltasse a ser operado.

O ortopedista que fez a primeira cirurgia não tinha extraído a unha encravada na sua totalidade, junto ao osso do dedo, daí o motivo da infecção, não obstante dos dois antibióticos que ele tinha tomado.

Isto aconteceu na passada segunda-feira e, após ouvir estas palavras da boca do médico, pôs-se a caminho do Hospital Privado da Boa Nova [onde já deveria ter feito a primeira cirurgia], para resolver o problema de uma vez por todas!

Foi assistido por um ortopedista, que de imediato fez-lhe outra cirurgia e resolveu logo ali, sem burocracias no que toca a aprovações por parte da nossa seguradora, o que há muito poderia estar feito e curado!

Opta-se por uma clínicazinha perto de casa, para não se perder tempo em deslocações, e sai-nos na rifa um médico negligente, sem o mínimo de ética para admitir o seu ERRO, desculpando-se com uma infecção hospitalar, que nunca existiu.

Felizmente, está quase restabelecido mas indigna pensar que, todo o sofrimento que teve ao longo de três semanas, podia ter sido evitado!

Enfim... que maré de enguiço!

●•Tété•●

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A “Amiga-da-lite”

Sintomas – tosse estridente e rouca, falta de ar, febre, choro com dor e vómitos;

Resultado – ida à urgência pediátrica [1h da madrugada];

Diagnóstico – amigdalite bacteriana por estreptococos;

Medicação – antibiótico Clamoxyl [a confirmar com a pediatra assistente] e Vibrocil;

Conselho – consultar um otorrinolaringologista [sugerem algum pediátrico no norte?]

Como podem constatar, tudo normalíssimo para estes lados.

Porém, tenho uma RECLAMAÇÃO a fazer.

Óh Sr. Estreptococos, será que não poderia ter adiado a sua chegada por uns diazitos?!?

É que aqui os papás estão alagados em trabalho e ter que ficar em casa com o nosso filhote não veio mesmo nada a calhar… principalmente quando estamos a dois dias de entrar de férias.

É que bastaria ter feito um desvio, por exemplo, uma ida a um shopping que encontrasse algures pelo caminho, para fazer umas compritas de Natal para familiares e amigos... ai raio de vírus chato!
Tété & Xavier

P.S. – Valeu-nos sermos os únicos utentes no hospital porque o Xavier só permitiu que a nebulização fosse feita pela enfermeira de serviço. Começa cedo, a lançar o seu charme (o;

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Laringotraqueobronquite

Esta madrugada o Xavier teve uma crise de tosse estrondosa, acompanhada com uma dificuldade imensa em respirar, que mais parecia estar a asfixiar-se.

Sabendo de antemão, por experiência comprovada anteriormente, que a humidade ajuda a acalmar a respiração, prontamente o coloquei em frente ao frigorífico, com a porta aberta, para que pudesse respirar o ar frio e húmido.

Volvidos 30 minutos, com a crise de tosse a não dar sinais de melhoras e o com o Xavier farto de chorar, lá resolvemos rumar ao hospital privado mais próximo.

42 quilómetros depois, fomos imediatamente atendidos por uma pediatra que nos deu como diagnóstico uma laringotraqueobronquite ( em versão simplex laringite)… mais uma /o:

Posteriormente a ter feito uma nebulização com corticóides, recebeu alta trazendo na bagagem a carga da medicação do costume: Celestone, Atrovent e Ventilan, sendo estes últimos dois ministrados através de nebulizações.

Já na recepção, o Xavier fez uma birra XXL porque queria ficar a brincar no playground (fantástico, diga-se) que existe na área de pediatria.

Era só o que me faltava... ficar a olhar para ele, às 4:15h da manhã, à espera que sua excelência brincasse… menos filho, muito menos (o: