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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Contra-senso

Os xaropes, concretamente os antitússicos, são desaconselháveis porque diminuem a protecção que a tosse provoca, além de causarem efeitos secundários.

Isto é sabido por todos [ou deveria!], mas porque teimam os pediatras em receitá-los?!?

E pior ainda, quando questionados, porque é que estes anuem comigo para logo de seguida virem com um "mas"…?

É que a tosse é daquelas MERD@S chatas que não têm cura imediata! Ponto final.

Desta vez, a panaceia receitada foi o Levotuss que, como todos os xaropes, não passa de uma saca de açúcar disfarçada num frasco... nem sequer aviei a receita.

Custa muito [e dói como o caraças] ficar impotente a ouvir o nosso filho tossir, uma semana atrás da outra, de braços cruzados mas há que deixar a natureza fazer o seu papel, em conjunto com o seu sistema imunitário!

Tenho dito /o:

[•••]

É verdade que estou com uma neura daquelas [depois de mais uma noite com 'show' de tosse para os vizinhos], assim como também é verdade que o mundo é redondo, mas este desabafo é sobre o que eu, uma mãe que em nada é perfeita, acho melhor para o meu filho!

●•TéTé•●

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Xaropes: antitússicos e expectorantes

A pediatra que consultou o Xavier na última urgência que nos levou à CUF, em meados de Janeiro, receitou-lhe BRONCOLIBER que prontamente questionei da razão para o fazer, visto existir advertência sobre a não administração de xaropes, sejam antitússicos e/ ou expectorantes, em crianças tão pequenas.

Lá se entalou com a minha questão e acabou por não dizer nada… arrematou com o argumento que só o fazia em casos extremos, que se aplicava à situação do Xavier.

Eu assenti, mas nem sequer tive intenção de aviar a receita do xarope, tendo posteriormente confirmado com a pediatra do Xavier que, no caso concreto do Broncoliber, que é um expectorante, faz aumentar o volume das secreções criando um efeito contraproducente já que a dificuldade que a criança tem em não conseguir eliminar bem as secreções persiste, pelo que estas tendem a acumular e consequentemente a agravar a tosse.

E acreditem que muito me custou não o dar porque sabia que naquele momento abrandaria-lhe a tosse [e a dor que me ia na alma]... mas adiante!

Esta é a minha opinião [que como sempre vale o que vale...], devidamente baseada em estudos que provam o que acabei de explanar, e porque detesto recorrer a medicação, principalmente quando os efeitos secundários, a médio prazo, são bem piores.

De qualquer forma, ficaria muito grata, a quem desse lado, contasse a sua experiência com o uso de xaropes antitússicos e/ ou expectorantes, principalmente em casos de crianças que, à semelhança do Xavier, têm crises constantes de tosse, daquela que põe toda a gente a olhar para nós, que nem coitadinhos... se é que me entendem /o:



P.S. - Hoje torço bem a orelha... e sabem porquê?! Porque no inverno passado, queixava-me das 342.000 viroses que ele teve, mas essas eram facilmente curadas com ben-u-ron, sem necessidade dos detestáveis antibióticos )o: Tudo se paga neste mundo... e bem mais rápido do que algum dia possamos imaginar!!!