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domingo, 27 de junho de 2010

Amador vs profissional

Três semanas tinham passado após a cirurgia no dedo grande do pé do Papá J. quando decide não renovar a baixa médica e voltar ao trabalho, pensando estar quase recuperado.

Chegado à empresa, foi visto pelo médico de lá [que por acaso é ortopedista] e informado que o dedo voltaria a infeccionar, no prazo máximo de uma semana, se não voltasse a ser operado.

O ortopedista que fez a primeira cirurgia não tinha extraído a unha encravada na sua totalidade, junto ao osso do dedo, daí o motivo da infecção, não obstante dos dois antibióticos que ele tinha tomado.

Isto aconteceu na passada segunda-feira e, após ouvir estas palavras da boca do médico, pôs-se a caminho do Hospital Privado da Boa Nova [onde já deveria ter feito a primeira cirurgia], para resolver o problema de uma vez por todas!

Foi assistido por um ortopedista, que de imediato fez-lhe outra cirurgia e resolveu logo ali, sem burocracias no que toca a aprovações por parte da nossa seguradora, o que há muito poderia estar feito e curado!

Opta-se por uma clínicazinha perto de casa, para não se perder tempo em deslocações, e sai-nos na rifa um médico negligente, sem o mínimo de ética para admitir o seu ERRO, desculpando-se com uma infecção hospitalar, que nunca existiu.

Felizmente, está quase restabelecido mas indigna pensar que, todo o sofrimento que teve ao longo de três semanas, podia ter sido evitado!

Enfim... que maré de enguiço!

●•Tété•●

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Infecção hospitalar

Foi o que o Papá J. trouxe da Clínica, onde efectuou a cirurgia, no dedo grande do pé direito.

Não obstante da medicação, em dose de cavalo, e do antibiótico que tem feito ao longo destes 11 dias, as DORES são uma constante devido a alguns pontos terem infeccionado.

Ontem, ao ser consultado pelo ortopedista que o operou, este chegou à brilhante conclusão que ele tinha apanhado uma infecção hospitalar que, infelizmente, acontece inúmeras vezes em procedimentos cirúrgicos.

A verdade é que ninguém se submete a uma intervenção cirúrgica, para resolver um problema de saúde, com intenção de contrair uma doença dentro do hospital, mas foi o que aconteceu...

Falta de sorte, para quem já tanto sofre!

●•ƬéƬé•●

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A vez do Papá

Como tenho um marido muito invejoso, chegou a sua vez de ficar com dói-dói.

Ao fim da tarde de hoje, será submetido a uma pequena CIRURGIA, no dedo grande do seu pé direito, em que este será todo aberto para levantar a unha e assim evitar que esta encrave e ganhe repetidas infecções que, além de o deixarem com umas dores horríveis que lhe dificultam o andar, só passam com antibióticos.

A intervenção é simples [digo eu…], feita em ambulatório por um ortopedista, mas o que a torna numa grande chatice são os, cerca de, 50 pontos que o dedo leva, o que faz com que a recuperação seja lenta, no mínimo de duas semanas, em que ele terá que usar canadianas para se poder movimentar.

E como não conseguimos ver-nos livres dos senhores de bata branca [irra!], como diz uma amiga, felizmente estes transtornos vão aparecendo alternadamente, deixando-nos margem para que consigamos cuidar uns dos outros, o que já não é mau.

Por vezes dou comigo a pensar, em tom de desabafo e não de queixume, que esta casa parece um lar de terceira idade (o;

●•ƬéƬé•●

[ADENDA [01.jun] - Felizmente, o corte e cose, correu bem e os 50 pontos que o ortopedista inicialmente previa dar foram reduzidos para metade . As dores é que são bastante incomodativas...