Esta foi a quarta, só durante este mês, e duma profundidade tal, ao ponto de ter deixado a barriga do Xavier em carne viva… e convém frisar que foi feita por cima da t-shirt que vestia!
A educadora A.R., a medo, disse-me: mamã, o Xavier tem um dói-dói... mostra à mamã.
E este meu filho lá levantou a t-shirt para mostrar a marca de “guerra”.
Dizia-me ainda a educadora com um pedido de desculpa: foi o…
Não a deixei terminar a frase!!!
Conforme já referi, isto já aconteceu anteriormente, tendo sido, nas vezes anteriores, uma menina (bem mais nova e pequena) a fazê-lo, mas não posso negar a hipótese de, no futuro, o Xavier passe de mordido a mordedor e, como tal, nem sequer quero saber quem foi para, ainda que só por breves instantes, evitar rancores sobre quem o fez.
É que são crianças, mais agressivas e impulsivas sabe-se lá porque razão, e embora esta situação me entristeça (muito!), espero bem que o Xavier, a seu tempo, aprenda a defender-se.
O seu grande problema é que, ao seu mordido, ele nem sequer chora, o que por muitas vezes faz com que a educadora e auxiliares não se apercebam do que se está a passar.
Não vou estimular a agressão, como é óbvio, mas espero que ele, aos poucos, aprenda a IMPOR-SE perante os colegas, sempre que algum deles resolva “tirar-lhe” um pedaço!
E é assim, doce, meigo e muito sereno, este meu filho, que nem o facto de ser o mais velho e mais matulão da sala faz com que consiga fazer-se respeitar ;o)
E este meu filho lá levantou a t-shirt para mostrar a marca de “guerra”.
Dizia-me ainda a educadora com um pedido de desculpa: foi o…
Não a deixei terminar a frase!!!
Conforme já referi, isto já aconteceu anteriormente, tendo sido, nas vezes anteriores, uma menina (bem mais nova e pequena) a fazê-lo, mas não posso negar a hipótese de, no futuro, o Xavier passe de mordido a mordedor e, como tal, nem sequer quero saber quem foi para, ainda que só por breves instantes, evitar rancores sobre quem o fez.
É que são crianças, mais agressivas e impulsivas sabe-se lá porque razão, e embora esta situação me entristeça (muito!), espero bem que o Xavier, a seu tempo, aprenda a defender-se.
O seu grande problema é que, ao seu mordido, ele nem sequer chora, o que por muitas vezes faz com que a educadora e auxiliares não se apercebam do que se está a passar.
Não vou estimular a agressão, como é óbvio, mas espero que ele, aos poucos, aprenda a IMPOR-SE perante os colegas, sempre que algum deles resolva “tirar-lhe” um pedaço!
E é assim, doce, meigo e muito sereno, este meu filho, que nem o facto de ser o mais velho e mais matulão da sala faz com que consiga fazer-se respeitar ;o)














